Mostrando postagens com marcador Saúde da Mulher. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Saúde da Mulher. Mostrar todas as postagens

domingo, 26 de abril de 2015

Equilibrando a Vida Pessoal e Profissional, é possível?



Olá queridos leitores,
O tema de hoje é bastante questionado, principalmente entre as mulheres, afinal encontrar o equilíbrio na vida profissional e pessoal não é tão fácil. Frequentemente recebo e-mails indagando exatamente isso:"Será que terei família e filhos, seu eu for médica?!"

Na verdade, essa é a angustia da mulher moderna. Que sonha e luta diariamente para conquistar o sucesso profissional, mas há aquele medo de quando acordar, já deixou de lado a vida pessoal. 

Tomar decisões não é fácil e encontrar o equilíbrio é menos ainda. E, ainda, tem aquele fantasma chamado sociedade: "Afinal o que vão pensar se eu fizer isso!" "Eles esperam que eu faça aquilo e não isso!" Só para aumentar a angustia (risos).

Quem acompanha o blog sabe... Casei durante o internato, por total escolha nossa mesmo, afinal não sou tão novinha assim (risos), lembrando que fiz a faculdade de farmácia antes da medicina... Minha profissão exige muito, inclusive nos feriados e finais de semana, isso sem falar nos plantões noturnos. Estou trabalhando muito ultimamente, afinal comecei minha vida de médica recentemente e ainda tenho ânimo. Graças à Deus, meu esposo me apoia muito. Mas confesso que em breve pretendo pisar (um pouquinho) no freio em relação aos plantões noturnos para curtir mais minha vida pessoal. Espero poder fazer isso! 

Nos dias atuais, queremos fazer e ter tudo ao mesmo tempo, porém abrir mão, por alguns instantes, de objetivos profissionais para viver experiências pessoais, é algo para "colocar na balança" e decidir. Acredito que pode valer à pena sim!

As leitoras que desejarem compartilhar suas experiências e como fazem para manter esse equilíbrio, fiquem à vontade...Equilibrar a Vida Pessoal e Profissional, é possível?

Sucesso à todos!

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Outubro ROSA: Todos contra o CÂNCER DE MAMA!

Olá pessoal,
Vocês sabiam que o Câncer de Mama é o câncer que mais atinge mulheres no Brasil e no mundo?! E é o 2º tipo de câncer que mais mata as mulheres (o primeiro é o câncer de pulmão)?! Pois é, infelizmente é isso mesmo. Mas, graças as campanhas de auto-exame e exames de imagem, principalmente a mamografia, o número de óbitos vem reduzindo. Apesar disso, o número de mulheres atingidas pelo câncer de mama continua aumentando. Porém, notamos que quanto mais precoce o diagnóstico, maior a chance de cura.

Observação: O câncer de mama também ocorre em homens, mas isso é beeem mais raro. 
 
ATENÇÃO para os fatores que aumentam o risco:
  • Mulheres acima de 50 anos;
  • Predisposição genética, ou seja, mãe ou irmã com câncer de mama antes dos 50 anos;
  • Mutação no gene BRCA1 ou BRCA2, detectado por testes de rastreamento;
  • Síndromes genéticas;
  • Uso de hormônios esteróides por tempo prolongado;
  • Primeira gestação após 30 anos;
  • Menarca precoce (antes dos 12 anos) ou menopausa tardia (instalada após 50 anos).
Como eu disse, a prevenção é a melhor maneira de lutarmos contra este câncer. Portanto, além de hábitos de vida saudáveis (dieta balanceada, exercício físico regular, sem fumo, álcool ou drogas), o auto-exame deve fazer parte da rotina, só assim iremos conhecer o nosso normal e percebermos rapidamente alguma alteração. Saiba como fazer:

Ah! Durante o auto-exame procure palpar com a ponta dos dedos toda a axila, buscando gânglios (linfonodo, ingua...), pois são achados importantes se presentes.

Sabe qual é o sinal mais comum de câncer de mama? O aparecimento de nódulo, geralmente indolor, duro e irregular na mama. Outras formas também podem ser encontradas.

Agora, vamos às indicações da mamografia:
  • Mulheres com 40-49 anos, devem fazer ANUALMENTE;
  • Mulheres com 50-69 anos, devem fazer a cada DOIS anos;
  • Se tiver fator genético associado, poderá iniciar o rastreamento aos 30 anos;
Lembrem-se que cada caso é único e exige uma conduta personalizada. Mulheres jovens apresentam mama mais densa, assim ocorre maior dificudade para visualizar alterações através da mamografia. Porém, o médico buscará outros exames de imagens complementares para ajudar nesta investigação. Nunca deve-se ignorar um achado.


Estamos em campanha contra o câncer de mama, agora e sempre! Oriente sua mãe, irmã, filha, amiga, avó, enfim todas as mulheres que você ama. Caso encontre alterações, procure seu médico!

"Eu acredito em um mundo sem câncer de mama. Acredite também."

terça-feira, 15 de maio de 2012

No Pronto Socorro: Trombose Venosa Profunda (TVP)!

Olá queridos leitores!

Vocês pereceberam que eu sempre tenho um caso do Pronto Socorro para contar?! Então, quem tiver oportunidade de frequentá-lo, vale a pena, sempre tem vários casos interessantes! Um caso que me chamou atenção ontem foi de uma jovem, 20 anos, com diagnóstico de Trombose Venosa Profunda (TVP). Ela deu entrada com o quadro de dor intensa e edema em membro inferior, dificuldade de deambular (caminhar), empastamento (rigidez da musculatura da panturrilha), pulso femoral, poplíteo e tibial reduzidos à palpação neste membro. Relata uso de anticoncepcional e viagem longa recente, nega tabagismo ou trauma. Então, vamos revisar alguns pontos sobre TVP...


A Trombose Venosa Profunda (TVP) é uma obstrução total ou parcial de um vaso pelo desenvolvimento de um trombo (coágulo), cuja formação é explicada pela Tríade de Virchow: Estase venosa (imobilidade, repouso, varizes), Hipercoagulabilidade (trombofilías, neoplasias, gravidez, anticoncepcional) e Lesão Venosa (trauma, lesão tecidual, inflamação). Os principais sinais e sintomas são: dor em membros inferiores (mais ocometidos), dor à palpação, edema, cianose, rubor (vermelhidão), pode apresentar aumento da temperatura e aumento da consistência muscular.


A formação do coágulo geralmente ocorre na panturrilha (50%). A TVP é considerada uma grande causa de morbidade e mortalidade nos pacientes hospitalizados. Além disso, outros fatores de risco estão associados como:
  • Hipercoagulabilidade (genético);
  • Idade acima de 40 anos;
  • Imobilidade e Síndrome da Classe Turística (viagens longas);
  • Obesidade;
  • Varizes;
  • Procedimento cirúrgico;
  • Anestesia geral;
  • Infecção;
  • Neoplasias;
  • Fraturas;
  • Insuficiência Cardíaca e Infarto Agudo do Miocárdio;
  • Gravidez;
  • Anticoncepcional.
No caso desta paciente, o principal hipótese é que a TVP foi desencadeada pelo uso do anticoncepcional, porém o fato de ter viajado recentemente e ter ficado muito tempo sentada, pode ter contribuído para o desenvolvimento do trombo.

O diagnóstico é clínico e o sinal de Homans (dor na panturrilha quando se faz dorsiflexão do pé) positivo deve prontamente atentar para a confirmação de TVP. Porém, a maioria dos trombos na panturrilha podem ser assintomáticos, assim se faz necessário a confirmação por exames laboratoriais (Dímero-D) e de imagem (Dúplex scan ou Ultrassonografia com doppler).

Quando falamos em TVP, logo pensamos nas complicações, que podem comprometer a qualidade de vida quando evolui para uma Insufuciência Venosa Crônica ou  podem desenvolver um quadro de Tromboembolismo Pulmonar,  que é mais preocupante por se tratar de um quadro súbito e que coloca em risco a vida do paciente.


Então, como prevenir?
  • O método mais simples é realizar exercícios físicos regularmete.
  • Já os pacientes pós-cirúrgicos devem andar o quanto antes (24-48h), se não for possível, podem utilizar aparelho de compressão pneumática intermitente, devem evitar ficar sentados muito tempo, a posição de trendelemburg ajuda no retorno venoso e se recomendado, podem utilizar meias eláticas.
  • O método farmacológico pode ser empregado em pacientes de risco moderado e elevado.

No caso desta jovem, devemos pensar em suspender o uso do anticoncepcional e orientá-la a utilizar outro método contraceptivo.


domingo, 6 de maio de 2012

Curiosidade: Por que evitar tirar a cutícula da unha?!

Olá queridos leitores!

O assunto de hoje é mais descontraído, mas importante, já que no Brasil temos o costume de tirar a cutícula da unha, que é uma barreira de proteção. Quando minha amiga sugeriu este tema, pensei "acho que todo mundo já sabe", mas comecei a pesquisar se eu encontrava algo diferente... E no final das contas, fiquei com um certo receio de continuar fazendo as unhas no salão (risos).

Já foi muito divulgado sobre o risco de transmissão da hepatite B e hepatite C nos salões de beleza ao fazermos as unhas, não é mesmo?! Então, a orientação é cada um levar seu próprio alicate e utensílios (lixa, palito...). Afinal, nem todos os salões se preocupam com a esterilização correta dos materias e aquele palito de madeira é ótimo para transmitir micose (onicomicose).

Ao tirar a cutícula, abrimos uma porta de entrada para infecções (bactérias, fungos...). Nós da área da saúde devemos evitar tirar a cutícula ou só tirar o excesso, pois entramos constantemente em contato com secreções e estamos diariamente em ambientes contaminados, apesar de usarmos os EPIs (equipamento de proteção individual). Além disso, a unha fica mais fraca ao longo do tempo se retirarmos frequentemente essa camada de proteção.
Ao ler uma pesquisa realizada em salões, me chamou atenção o fato de que raras manicures utilizam luvas durante seu trabalho. Nessa pesquisa algumas delas apresentaram sorologia positiva para hepatite B (9%) e hepatite C (5%). Está certo que elas não transmitirão hepatite por pegar na nossas mãos, exceto se o sangue dela (ferida ou corte) entrar em contato com o nosso (ao tirar um "bife"). Porém se ela está agredindo nossa cutícula ou até mesmo tirando um pedaço do nosso dedo ("bife") e a mão dela está sem lavar (contaminada), podemos entrar em contato com microrganismos e desenvolver uma infecção local, mas isso também depende do nosso sistema imunológico. Concordam?!

Por tudo isso, estou pensando seriamente em só "empurrar" a cutícula ou usar aqueles removedores líquidos ou em creme (risos). Alguém conhece algum removedor bom???

Pessoal, fiquem à vontade para complementar o post comentando aqui embaixo. Até mais :)




terça-feira, 24 de abril de 2012

Evite o Câncer do Colo do Útero!!!

Olá pessoal!
Esses dias encontrei um panfleto sobre a Prevenção do Câncer do Colo do Útero que dizia "Não deixe que essa doença afete quem você ama! Fale com sua mãe, sua filha, suas amigas...". Na mesma hora pensei em escrever sobre o assunto no blog, assim todos meus leitores ficam informados e ajudam a cuidar das mulheres que tanto amam, pacientes ou não. Afinal, esse é o segundo tipo de câncer que mais mata mulheres no mundo, só perde para o Câncer de Mama!!! E como prevenir???

O Câncer do Colo do Útero pode atingir mulheres de todas as idades e, como o principal responsável é o HPV - Papiloma Vírus Humano (em 99,7% dos casos), as mulheres após o início da vida sexual vivem o risco de adquirir essa infecção no colo uterino, que pode evoluir ou não para um câncer.

Cuidado! Essa doença, geralmente, não apresenta sintomas na sua fase inicial, porém quando está localmente invasivo, o principal sintoma é o sangramento.

Existem vários sorotipos do HPV, alguns são considerados de baixo risco (para câncer), mas causam verrugas genitais, lesões de carater benigno e transitório, e outros são considerados de alto risco (oncogênicos), ou seja, podem causar câncer. O HPV é transmitido sexualmente e mesmo que não ocorrer penetração, só com o contato, pode sim acontecer a transmissão. O uso de preservativos diminui a possibilidade de transmissão, mas não totalmente. Além disso, existe a possibilidade de ocorrer transmissão por meio de objetos contaminados.

Uma curiosidade, de 50 a 80% das mulheres sexualmente ativas serão contaminadas por um ou mais tipos de HPV durante a vida. Porém, muitas das infecções são transitórias (benignas).

Depois dessa introdução, vamos ao que interessa?! E como prevenir? Basicamente, mulheres sexualmente ativas devem consultar ANUALMENTE um ginecologista, realizar os exames preventivos, como o papanicolau, e retornar para mostrar os resultados (parece lógica, mas tem mulher que esquece! e não retorna!!). Se for diagnosticada alguma lesão, o ginecologista irá orientar essa paciente em relação aos próximos exames e ao tipo de tratamento, pois essas condutas são individualizadas, dependendo do grau, extensão, localização e aspecto da lesão.

Outro método que auxilia na prevenção é a Vacina contra o HPV! Essa vacina está disponível desde 2006 no Brasil, porém não é ofertada pelo governo por enquanto. A indicação da vacina é para pré-adolescentes e mulheres jovens (9 a 26 anos) que ainda não entraram em contato com o vírus. Pergunte para seu ginecologista, que ele irá orientá-la melhor. Lembre-se que mesmo vacinada contra o HPV, a mulher deve continuar a prevenção realizando anualmente os exames preventivos.


Pessoal, infelizmente muitas mulheres acabam "relaxando" com a própria saúde, principalmente as que dependem do SUS. Na clínica médica já atendi uma paciente que estava 17 anos sem ir ao ginecologista, então fiz seu encaminhamento para a Clínica de Ginecologia da própria faculdade (os acadêmicos ou  médicos que puderem ancaminhá-las, facilita o acesso). Vamos prevenir... E Parabéns a todas as mulheres que se cuidam! :)

quinta-feira, 8 de março de 2012

A Mulher e a Medicina!

Olá pessoal!

Hoje, no Dia Internacional da Mulher, a homenagem do blog será para as mulheres que lutaram para conquistar seu espaço na área médica.

A primeira brasileira a frequentar a Faculdade de Medicina no Brasil foi Rita Lobato Velho Lopes (foto abaixo) em 1883 no Rio de Janeiro, transferiu para Faculdade de Medicina da Bahia em 1885, onde diplomou-se em 1887, com a tese A Operação Cesariana. Clinicou até 1925. Foi eleita vereadora em 1935. Faleceu em 1954 aos 87 anos.


Na Idade Média as mulheres que se envolviam com a medicina eram consideradas representantes de Satã, então deveriam morrer na fogueira.

No Renascimento as mulheres eram reperesentação de beleza, procriação e virtude, mas não do intelecto.

No Século XX (Primeira Guerra Mundial) As mulheres se inseriram de forma legítima na sociedade, com a necessidade de substituição daqueles que foram convocados para a guerra. Porém, as médicas receberam menos honrarias e eram menos aceitas. Dedicaram-se à formação de enfermeiras e foram aceitas para atuar no espaço da sáude.

Na Segunda Guerra Mundial, obtiveram mais oportunidades de agir junto ao corpo médico masculino e atuaram na resistência, aeronáutica e no atendimento de urgência.


Na Sociedade Industrial com a intensa transformação cultural, os movimentos sociais e políticos impulsionaram as mulheres para as universidades públicas em busca de um projeto de vida profissional e não apenas doméstico.

Na década de 80, as mulheres sofriam muito preconceito na área profissional, recebiam funções repetitivas e fariam carreiras mais longas (mais tempo para subir de nível) que os homens, a explicação era que a mulher tinha jornada dupla, além de trabalhar deveria cuidar do casamento e filhos.

Hoje, as mulheres continuam lutando, afinal boa parte da sociedade ainda é machista. Mas já conquistamos muito, graças à essas mulheres que não aceitaram e que até hoje não aceitam o preconceito contra a classe feminina.  E as mulheres são a maioria em muitas Faculdades de Medicina no Brasil. PARABÉNS MULHERES!!!







sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Infecções do trato urinário - recorrência e recidiva

Olá pessoal!
Neste post estão informações obtidas no 11º Congresso de Clínica Médica.

Infecções do trato urinário - recorrência e recidiva

Relembrando o significado de alguns termos técnicos:
RECIDIVA: é uma reinfecção devido ao mesmo organismo anteriormente isolado e debelado do trato urinário. Ocorre em torno de 6 semanas após o término do tratamento e mais comumente em torno de uma semana.
RECORRÊNCIA: é a reinfecção após completar-se o tratamento e é causada por um microorganismo diferente daquele anteriormente isolado.

     A infecção do trato urinário (ITU) é mais comum em mulheres sexualmente ativas e mulheres no climatério (urina residual na bexiga). Algumas mulheres tem maior predisposição genética para reinfecção por E. coli, pelo aumento da adesão desta, geralmente nesses casos ocorrem mais de 2 episódios em 6 meses ou 3 episódios em 1 ano (recidiva).
    A profilaxia pode ser realizada de forma continua com baixa dose de antibiotico (ATB) durante mais ou menos 1 ano e é considerada uma solução temporária. ATB usados:
  • Bactrim (Sulfametoxazol + Trimetoprima) porém altera a flora intestinal;
  • Nitrofurantoína não altera a flora, mas pode causar fibrose pulmonar (+usado).
  • Cefalexina;
  • Norfloxacina: não usar em gestantes;
    O uso de ATB profilático durante longo período pode desencadear asma, infecção por Candida albicans e alterar a flora bacteriana intestinal.
   Analisar risco-benefício para adotar esse tratamento, segundo o palestrante a profilaxia pós-coito expõe menos a paciente aos efeitos colaterias e tem o mesmo controle dessas recidivas. A indicação é tomar o ATB à noite para ele agir por mais tempo dentro da bexiga. Alguns médicos indicam que suas pacientes acrescentem na dieta sucos ricos em Vitamina C, por diminuir o pH urinário e aumentar a imunidade, e o suco de cramberry diariamente, essas alterações na dieta podem ajudar, porém não tem comprovações científicas ainda. Algumas mulheres podem ter complicações dessas recicivas como cálculos infectados que aparecem como dor lombar, sempre ficar em alerta também para pielonefrite.
   Portanto, mulheres que sofrem com recidivas devem ter alguns cuidados como forma de prevenir a reinfecção, como alimentar-se bem para manter uma boa imunidade, urinar sempre antes e pós-coito, se possível acrescentar na dieta sucos ricos em Vit. C e até mesmo o suco de cramberry. Fazer um dos tratamentos profiláticos com ATB se o médico achar necessário.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...